A transparência de uma marca pela afirmação da verdade?

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Agosto 17, 2013 • Digital Branding • Views: 835

As marcas já perceberam que nos dias que correm e com a capacidade que as pessoas têm para aceder à informação e conhecimento, devem adoptar uma cultura de transparência, quer no seu modelo de negócio, quer na forma como trabalham as suas estratégias de digital branding.

Para ilustrar esta questão, podemos analisar o exemplo da marca Hugo Boss que, por necessidade de garantir a continuidade do negócio da empresa, viu-se “obrigada” a trabalhar para o partido Nazi.

É verdade, nem todos sabem que os uniformes usados pelos nazis eram desenvolvidos pela marca Hugo Boss.

No entanto, a marca assume, claramente sem preconceitos esse periodo da sua vida, afirmando que “…Nunca escondeu nada e sempre procurou mostrar com clareza o que aconteceu no passado…

…É nossa responsabilidade com a empresa, com os nossos funcionários, os nossos clientes e com todos os interessados na história da Hugo Boss.”

O que pode influenciar esta questão na imagem de uma marca, independentemente, dos ideais atuais da marca em nada se relacionem com os de outrora? Devia a marca ignorar e evitar referir este período menos positivo da sua existência na sua estratégia de branding?

Mais alguns pormenores acerca desta história clicando aqui.

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